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Revista EXTRA BLOG


CARTA AO LEITOR –

  

Ética e conteúdo é a nossa linha editorial

 

 

Com o fim da exigência do diploma de ensino superior como condição para o exercício legal do jornalismo, o que entra em pauta são questões como ética, responsabilidade editorial, qualidade de informação, dentre outras que são matérias do currículo do curso de comunicação e jornalismo. Não será preciso esperar para ver o desastre que se anuncia. Temos exemplos em todo o país da falta de profissionalismo de amadores na imprensa.

A Revista Extra, em seus quase cinco anos de circulação, tem como linha editorial registrar fatos históricos, valorizar a cultura regional, reconhecer os exercícios de cidadania dentre outros assuntos de interesse da comunidade, com a publicação de crônicas e artigos de profissionais liberais, articulistas e colaboradores que sempre primaram pela respeito ao leitor e à nossa sociedade com textos de interesse geral e conteúdo de qualidade. Assim chegamos até aqui.     

É inevitável a convivência com criticas maliciosas, imitações e inveja. Ouvimos de um leitor que “Revista em Jequié é a EXTRA, as imitações são bonitinhas, mas, ORDINÁRIAS”.  Até nos sentimos valorizados com as imitações e aprendemos com as criticas, quanto à inveja, é um mal sem remédio. Comemoraremos os cinco anos no próximo mês de setembro e já pensamos na grande festa que faremos quando o nosso empreendimento completará uma década de existência em 2014.  

        

 

Val Rodrigues

DIRETOR

 

 

 

Jornalistas diplomados e os precários

 

Val Rodrigues

 

Jornalistas precários ou provisionados são aqueles que não possuem diploma, ou seja, não esquentaram os bancos de uma faculdade de comunicação, não queimaram as pestanas estudando as matérias essenciais para um bom desempenho da profissão, enfim, não ralou na área como dizem os jovens de hoje em dia. Os provisionados são pessoas que iniciam suas careiras como repórteres ou articulistas e depois de algum tempo de atuação solicitam, através do sindicato da categoria, um registro temporário na Delegacia Regional do Trabalho (DRT) para trabalhar em determinado município.

Tempos atrás foi publicada em vários veículos de comunicação nacional uma declaração do dono de uma faculdade carioca que afirmou o seguinte: “A pessoa pode ser analfabeta e ser muito expressiva, muito inteligente, muito bem-sucedida, e pode ser um pós-graduado e ser uma besta completa”. No caso especifico do jornalismo, fica complicado quando a ‘pessoa’ não é nem graduada e nem ‘muito expressiva, inteligente ou bem sucedida’. Isso implica em um amadorismo que acaba por prejudicar toda uma sociedade.

A falta de uma orientação acadêmica e uma boa formação universitária pode acarretar graves prejuízos à comunidade onde este tipo de profissional exerce a função de informar e às vezes confunde liberdade de expressão com ofensas pessoais. É importante que todo aquele que se sinta ofendido faça uso dos direitos legais e processe o mal profissional. Qualquer cidadão que tenha seu nome citado, ou não, mas que se sinta caluniado e/ou difamado por qualquer jornalista ou repórter, pode mover um processo exigindo indenização e que será julgado pela justiça comum, não prevalecendo mais a lei de imprensa.

 

Cai a obrigatoriedade do diploma de jornalista

 

No ano em que Jequié forma sua primeira turma do curso de formandos em comunicação social, com licenciatura em jornalismo, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por oito votos a um, que a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista é inconstitucional.

O que se torna preocupante é que a falta de formação superior de maus profissionais possa causar danos irreparáveis, já que muitos jornalistas, com toda qualificação cometem erros graves, o que podemos pensar daqueles que não tiveram a devida orientação acadêmica? As faculdades de jornalismo continuarão e acreditamos nos jovens que procuram se qualificar para que a sociedade tenha informação de qualidade, com ética e responsabilidade. Parabéns e boa sorte para a turma pioneira de formandos em jornalismo de Jequié.   

 

 



Escrito por extrablog às 21h34
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Ponte sim, passarela não!

 

Moradores dos bairros Mandacaru e Jequiezinho reivindicam uma obra que não somente beneficiará os citados bairros, mas como toda a cidade, inclusive facilitando o fluxo de transportes para outras regiões. Em uma das suas visitas a Jequié o governador aprovou a construção de uma passarela sobre o Rio das Contas ligando os dois bairros. Mas o bom senso indica que o ideal será uma ponte, já que contamos com verba do governo estadual em parceria com a Prefeitura Municipal.    



Escrito por extrablog às 21h32
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  Acessibilidade para todos

 Importantes melhorias e beneficiamentos no centro da cidade, que já deveriam ter sido feitos em administrações anteriores, só agora estão sendo realizados. Recuperação de calçadas, sinalização de passeios para orientação de deficientes visuais, construção de rampas para acesso de cadeirantes, retirada de obstáculos e criação de espaços para estacionamentos especiais já fazem parte do cenário urbano da cidade sol. Estas medidas fazem parte da política de acessibilidade desenvolvida e estimulada pela Prefeitura Municipal de Jequié. Estabelecimentos comerciais e instituições de atendimento ao público devem também seguir o exemplo e assim tornar a cidade mais humana.

 

 

 Sumiço de bancos da praça

 Oito dos vários bancos espalhados pela Praça Rui Barbosa e Calçadão da Sete de Setembro já foram roubados. Segundo o senhor Sérgio Maciel, administrador do local foi preciso fixar os acentos para evitar mais desaparecimentos. São mais de dez vigilantes noturnos nestas áreas e assim mesmo quase uma dezena de bancos sumiram.

Só nos resta pensar que os responsáveis pela construção da praça preferiram economizar também com a não fixação dos bancos, além do piso barato, claro. 

 

 Palmeiras transplantadas não sobrevivem

   Duas das quatro palmeiras imperiais adultas, transplantadas em setembro do ano passado para a parte superior do antigo Belvedere parece não terem se adaptado ao clima da cidade sol. Muitos comentários na época davam conta de que as nobres palmeiras não sobreviveriam. Realmente parece que estavam grandinhas demais para serem transplantadas. Naturalmente o tipo de solo também influi muito nestas questões. Em suma, mais um prejuízo para o município e um problema a mais herdado pela atual administração.

 



Escrito por extrablog às 21h05
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